IC.
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IC Para RaiosEngenharia desde 1994 Falar com engenheiro
Galpão de armazenagem com cobertura metálica em unidade agroindustrial, cercado por canavial

SPDA no agronegócio · NBR 5419

SPDA no campo aberto.

Silo, secador, galpão de armazenagem, chaminé de caldeira e sede de fazenda são as estruturas mais altas de uma propriedade que costuma ficar isolada no meio da lavoura. A IC projeta, executa, mede e documenta o SPDA dessas estruturas conforme a NBR 5419, com ART recolhida no CREA-SP.

NormaNBR 5419, partes 1 a 4
Responsabilidade técnicaART em todo laudo
AtendimentoTodo o estado de SP
role

Por que o campo cobra mais do SPDA

No campo, a estrutura mais alta da propriedade quase sempre é também a que guarda a safra.

O Brasil é o país com maior incidência de descargas atmosféricas do mundo, de acordo com o INPE, e boa parte delas cai longe da cidade. Uma unidade armazenadora reúne quase todas as condições que a NBR 5419 trata com mais rigor: altura destacada, isolamento em terreno plano, estrutura metálica extensa e poeira de grão em suspensão.

O prejuízo maior costuma não ser o incêndio. Secador, aeração, ordenha, ventilação de granja e acionamento de pivô dependem de eletrônica que queima com surto conduzido pela rede, e rede rural longa entrega surto com facilidade. A parte 4 da NBR 5419 trata disso: proteção dos sistemas elétricos e eletrônicos internos, com DPS coordenado e equipotencialização.

A IC atua em SPDA desde 1994. Em planta agroindustrial e em propriedade rural o roteiro técnico é o mesmo: análise de risco pela parte 2 da norma, projeto ou adequação, execução com equipe própria, medição com instrumento calibrado e laudo com ART. Muda a janela de trabalho, que em usina se ajusta à moagem e em granja não pode parar a ventilação.

32anos de engenharia elétrica e SPDA, desde 1994
100%dos laudos com ART recolhida no CREA-SP
Partes
1 a 4
da NBR 5419: gerenciamento de risco, danos físicos e sistemas internos
Estado
de SP
atendimento em todo o estado, com base em São José dos Campos

Escopo de atuação

O que a IC executa no campo

Planta agroindustrial com chaminés, torres e esteira transportadora, vista do gramado ao redor
01

Projeto e análise de risco

Levantamento em campo, cálculo do gerenciamento de risco pela NBR 5419-2 e definição do nível de proteção. Vale tanto para estrutura nova quanto para adequar sistema existente que nunca foi recalculado.

  • Memorial descritivo e diagrama do sistema
  • Nível de proteção definido em cálculo
  • ART de projeto recolhida
Projeto
Sede em terreno de encosta com captor no topo da laje e cabo de descida na fachada
02

Instalação e adequação

Captores, mastros, cabos de descida, malha de aterramento e equipotencialização executados pela equipe da própria IC, com material especificado em projeto e sem repassar a mão de obra a terceiros.

  • Equipe com NR-10 e NR-35
  • Serviço com a planta em operação
  • Registro fotográfico de cada ponto
Execução
Técnico da IC agachado ao lado de terrômetro digital, com os cabos de ensaio ligados à caixa de inspeção
03

Medição, laudo e ART

Resistência de aterramento pelo método da queda de potencial, continuidade das conexões e verificação da equipotencialização. O resultado vira laudo com croqui da malha, fotos e plano de ação.

  • Instrumento com certificado de calibração
  • Formato aceito por seguradora e bombeiro
  • ART recolhida no CREA-SP
Laudo

Empresas e instituições que já contrataram a IC

Tate & Lyle Ecogen Delta Woodbridge Byofórmula Venâncio Prefeitura de São José dos Campos Sindcomércio

medido com terrômetro calibrado, ponto a ponto

O sistema por dentro

Do captor ao solo, ponto a ponto

Chaminé de caldeira em usina, com captores e plataformas de acesso no topo
01 · Captação

Captor em estrutura alta

Chaminé de caldeira com captação e sinalização no topo. Em usina, a estrutura mais alta é o primeiro ponto a receber.

Mastro captor instalado em cota alta de pasto, com a serra ao fundo e a escada apoiada
02 · Captação

Mastro em campo aberto

Mastro em cota alta para cobrir a edificação vizinha por ângulo de proteção, longe de qualquer outra estrutura.

Condutor de captação fixado sobre o telhado de telha cerâmica da sede, acompanhando a cumeeira
03 · Captação

Cabo na cobertura

Condutor fixado sobre a telha da sede, acompanhando a cumeeira até o ponto onde a descida começa.

Cabo de cobre nu conectado por parafuso à chapa de base de uma estrutura metálica
04 · Equipotencialização

Conexão na base

Cabo de cobre nu ligado à base da estrutura metálica, para que não sobre diferença de potencial entre as partes durante a descarga.

Haste auxiliar de ensaio cravada na grama, com o cabo de corrente vermelho conectado
05 · Aterramento

Haste e eletrodo

Haste auxiliar cravada para o ensaio pelo método da queda de potencial, com o cabo esticado no alinhamento previsto.

Terrômetro digital apoiado na borda da caixa de inspeção, com a leitura de 0,75 ohm no visor
06 · Verificação

Leitura registrada

Terrômetro digital na caixa de inspeção, com a leitura fotografada e transcrita no laudo. Nesta medição, 0,75 Ω.

Seis etapas do sistema · role para percorrerarraste para o lado

Como funciona

Da primeira conversa ao laudo assinado

01

Contato e escopo

Você descreve a unidade pelo WhatsApp: tipo de estrutura, altura aproximada, município e o motivo da procura, que costuma ser seguro, auditoria, bombeiro ou queima de equipamento. Um engenheiro responde se o caso pede vistoria, medição ou projeto.

02

Vistoria em campo

Inspeção visual dos captores, das descidas e das conexões, medição de resistência de aterramento e de continuidade, e registro fotográfico ponto a ponto. Com a planta em operação, o serviço segue Permissão de Trabalho, bloqueio e diálogo de segurança antes de começar.

03

Projeto ou adequação

Havendo não conformidade, a proposta separa o que é reparo pontual do que exige projeto novo, com o gerenciamento de risco recalculado pela NBR 5419-2 e o nível de proteção redefinido quando a estrutura ou o uso mudaram desde a instalação original.

04

Laudo e ART

Entrega do laudo com os resultados das medições, croqui da malha, relatório fotográfico e parecer de conformidade, com ART recolhida no CREA-SP. É o documento que seguradora, corpo de bombeiros e auditoria pedem.

Dúvidas

Perguntas que chegam do campo

Com que frequência o SPDA de uma unidade rural precisa ser inspecionado?
A NBR 5419 prevê inspeção periódica ao longo da vida do sistema, com intervalo que depende do nível de proteção e do ambiente, além de inspeção extraordinária depois de reforma na estrutura ou de descarga direta. Na prática, quem responde a seguradora, a auditoria ou o corpo de bombeiros emite laudo anual. Ambiente com poeira de grão, maresia ou solo agressivo costuma pedir intervalo mais curto, porque a corrosão nas conexões anda mais rápido.
A cobertura metálica do galpão pode servir de captor?
Pode, e costuma ser o caminho mais econômico quando a verificação permite. A NBR 5419-3 admite componente natural de captação desde que a espessura da chapa atenda ao mínimo da norma para aquele material, a continuidade elétrica entre as peças esteja garantida e existam descidas e aterramento adequados. Essa verificação se faz em campo, com medição de continuidade e checagem da espessura, antes de qualquer decisão de projeto.
O que a NR-31 exige de instalação elétrica na propriedade rural?
A NR-31 trata da segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura, e determina que as instalações elétricas sejam projetadas, executadas, mantidas e sinalizadas de modo a evitar risco de choque, incêndio e explosão. Aterramento em condição verificada e proteção contra descargas atmosféricas entram nesse conjunto, junto com o que a NR-10 exige de quem executa o serviço.
O laudo serve para seguradora e para o corpo de bombeiros?
Sim. O laudo sai com os resultados numéricos das medições, croqui da malha de aterramento, relatório fotográfico, parecer de conformidade e ART recolhida no CREA-SP, que é o conjunto pedido em renovação de apólice, regulação de sinistro, auditoria de matriz e processo de AVCB. Quando a unidade tem não conformidade, o laudo traz também o plano de ação com prioridade por item.
Dá para fazer o serviço sem parar a operação?
Na maior parte dos casos, sim. Medição de aterramento, ensaio de continuidade e inspeção de captação e descidas acontecem com a planta funcionando, sob Permissão de Trabalho e com a equipe em NR-10. O serviço que exige desligamento é combinado antes e encaixado na janela que a unidade tiver, como parada de manutenção, entressafra ou intervalo entre moagens.
A IC atende qual região?
Base em São José dos Campos, com atendimento em todo o estado de São Paulo. Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte são as praças mais frequentes; para unidade fora do estado avaliamos caso a caso, conforme o porte do serviço.
Caixa de inspeção de aterramento aberta, com o cabo de ensaio descendo até a conexão

Próximo passo

A avaliação começa por uma conversa

Diga o tipo de estrutura, a altura aproximada, o município e o motivo da procura. Um engenheiro responde qual é o próximo passo e quanto ele custa, antes de marcar qualquer visita.